sexta-feira, 29 de julho de 2005

Ausências

Bem pouco de mim é teu agora. Bem menos do que haveria de ser. A incongruência dos dias me derruba diante da possibilidade de seguir incólume nesse lento caminhar. Sigo me equilibrando entre tuas negativas e meus devaneios. Vejo sangrar as verdades que contestei. E nelas me debruço para derramar o pranto amargo que tua ausência deixou. Fecho as cortinas das minhas incontroláveis aflições, buscando a temperança que faltou nos minutos todos que foram nossos. E não mais serão...

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