Se um dia nos apaixonamos, agora temos que nos desapaixonar.
Se fizemos planos, precisamos saber abrir mão e desfazê-los.
Se aprendemos a amar, temos que miraculosamente desaprender.
Se caminhávamos juntos, temos que lembrar como é andar só.
É como se a vida exigisse de nós o avesso do que somos agora.
O lado bom é perceber que esse avesso do que somos, talvez seja exatamente o que costumávamos ser antes. E assim, cada fim nos possibilita um recomeço... Mais maduros, mais leves, mais equilibrados, mais nós mesmos e do jeito que tanto gostamos de ser.
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